
Como já é de praxe, a mídia estadual novamente trouxe à tona irregularidades realizadas pelo Executivo Municipal representado pelo Prefeito Moacyr Elias Fadel Junior e investigadas pelo Ministério Público do Paraná.
Infelizmente, a população castrense está assistindo uma verdadeira chuva de denúncias, fraudes e erros licitatórios contra a atual gestão, as quais estão sendo divulgadas pelos jornais, pela televisão e pelo rádio. É uma verdadeira guerra entre o Executivo e o Judiciário.
Nós, como bons castrenses devemos parabenizar as ações do Poder Judiciário, o qual não tem medido esforços para expor à população o que podemos chamar (se usarmos de muito boa fé) de trapalhadas da atual gestão.
Infelizmente, a população castrense está assistindo uma verdadeira chuva de denúncias, fraudes e erros licitatórios contra a atual gestão, as quais estão sendo divulgadas pelos jornais, pela televisão e pelo rádio. É uma verdadeira guerra entre o Executivo e o Judiciário.
Nós, como bons castrenses devemos parabenizar as ações do Poder Judiciário, o qual não tem medido esforços para expor à população o que podemos chamar (se usarmos de muito boa fé) de trapalhadas da atual gestão.
É necessário salientar que a fiscalização da balburdia que se tornou a administração pública castrense seria função do Poder Legislativo, mas apenas três dos dez vereadores da Câmara Municipal cumprem seu papel fiscalizador.
Resumindo: Quando é colocado em votação qualquer requerimento que vise fiscalizar as contas do município, os aliados do prefeito municipal, que são a maioria, reprovam o pedido. Mesmo assim, o trio fiscalizador auxiliou em muito o Judiciário através de vitórias dentro da Câmara Municipal e denúncias enviadas ao Ministério Público.
-Será que as trocas de favores entre Executivo e os vereadores aliados impedem que estes cumpram a função a eles destinada pelo povo?
-A maioria do Poder Legislativo vota contra o fornecimento das contas e contratos do Executivo. Será que existem erros que estão sendo camuflados pelo Legislativo?
Aparentemente, o Judiciário está mostrando que a resposta para todas essas perguntas é um grande e sonoro SIM.
No link abaixo, mais uma página do longo livro de processos da atual administração.
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