Na sessão desta quarta-feira o Vereador Levi usou a palavra para falar sobre os indícios de desvio e superfaturamento envolvendo a Prefeitura de Castro.
Mais uma vez, Castro vira notícia em jornais do Estado. Os auditores do Tribunal de Contas da União encontraram uma série de irregularidades na prestação de contas relacionadas à Secretaria de saúde do município.
Veja parte do relatório enviado à Prefeitura Municipal:
Instituto Confiancce - na pessoa de sua atual Presidente, Sra. Clarice Lourenço Theriba, solidariamente com a Sra. Cláudia Aparecida Galli - (Presidente do Instituto Confiancce até 31 de março de 2011), com o Sr. Moacyr Elias Fadel Júnior - (Prefeito do Município de Castro/PR) - (Prefeito do Município de Castro/PR) e com a Sra. Maria Lídia Kravutschke - (Secretária de Saúde do Município de Castro/PR), para que, no prazo de 15 (quinze) dias, recolham aos
cofres do Fundo Nacional de Saúde o valor dos débitos adiante discriminados, atualizado monetariamente e acrescido de juros de mora, a partir das datas dos respectivos pagamentos indicados na discriminação, nos termos da legislação vigente, ou apresentem alegações de defesa acerca da não comprovação das despesas que comporiam os custos incluídos no Contrato nº 318/2009, firmado entre o Instituto Confiancce e o Município de Castro- discriminação do débito:
Mais uma vez, Castro vira notícia em jornais do Estado. Os auditores do Tribunal de Contas da União encontraram uma série de irregularidades na prestação de contas relacionadas à Secretaria de saúde do município.
Veja parte do relatório enviado à Prefeitura Municipal:
Instituto Confiancce - na pessoa de sua atual Presidente, Sra. Clarice Lourenço Theriba, solidariamente com a Sra. Cláudia Aparecida Galli - (Presidente do Instituto Confiancce até 31 de março de 2011), com o Sr. Moacyr Elias Fadel Júnior - (Prefeito do Município de Castro/PR) - (Prefeito do Município de Castro/PR) e com a Sra. Maria Lídia Kravutschke - (Secretária de Saúde do Município de Castro/PR), para que, no prazo de 15 (quinze) dias, recolham aos
cofres do Fundo Nacional de Saúde o valor dos débitos adiante discriminados, atualizado monetariamente e acrescido de juros de mora, a partir das datas dos respectivos pagamentos indicados na discriminação, nos termos da legislação vigente, ou apresentem alegações de defesa acerca da não comprovação das despesas que comporiam os custos incluídos no Contrato nº 318/2009, firmado entre o Instituto Confiancce e o Município de Castro- discriminação do débito:

Veja a matéria que saiu na Gazeta do Povo, link abaixo:
http://www.gazetadopovo.com.br/vidapublica/conteudo.phtml?tl=1&id=1240009&tit=TCU-quer-reaver-R-99-milhoes-repassados-a-Oscips-para-a-saude-no-PR
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